“O MUNDO EM 2050 FOI MOTE PARA UM SEMINÁRIO APDA ENTUSIASMANTE ENTRE OS LIMITES E AS OPORTUNIDADES DA INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E CIENTIFICA PARA O SETOR”

25/01/2017

A empresa Águas de Portugal, recebeu no seu auditório da Visconde Seabra em Lisboa, mais uma iniciativa APDA no âmbito do projeto prospetivo dos “Próximos 30 anos” no setor da Água.

Este Seminário, com a temática mais dirigida para o Grupo de Trabalho de Evolução e futuro das tecnologias de tratamento e informação (GT3), intitulava-se de “O Mundo em 2050 – A nova revolução industrial: Implicações no setor da Água” e centrou-se numa visão transversal multidisciplinar daquelas que são as inovações que podem vir a ser disruptivas durante os próximos 30 anos e que acabam por inevitavelmente influenciar o setor da Água de forma direta ou indireta. 

 

Na sessão de abertura tivemos a honra de contar com a presença do Secretário de Estado do Ambiente Carlos Martins, o Presidente da Águas de Portugal João Nuno Mendes como anfitrião deste seminário e os “nossos” Rui Godinho e Sérgio Hora Lopes em representação da APDA e do projeto "Os próximos 30 anos", que acima de tudo frisaram a importância desta reflexão profunda que a APDA lançou com este projeto e a consideração de que mais do que a meta de 2050 a compreensão do caminho (ou caminhos), dos obstáculos e oportunidades que esse(s) caminho(s) nos vai apresentar ao longo deste período. Rui Godinho deu ainda relevo ao papel que este projeto já está a ter no setor, sendo um dos motores de interesse para o próximo ENEG, que se irá realizar em Évora de 21 a 24 de novembro de 2017.

 

 

Já com a sala cheia e em quase modo de keynote speech encorajador, ouviram-se as palavras do Professor António Grilo da FCT-UNL sobre a “Disrupção Tecnológica: The Good, The Bad and the Ugly“, seguido de 3 apresentações sobre os serviços de Água 4.0, num painel que contou com a moderação de Paulo Nico da APDA e 3 oradores convidados: Alessandro Parrotta (Itron), Pedro Maló (FCT-UNL| UNINOVA) e Carlos Campos (SUEZ).

 

  

 
 

Após o almoço, Roland Limberger da Miya, falou sobre a gestão de perdas de água no setor e de seguida teve a palavra a Professora da FCT-UNL, Adelaide de Jesus que falou do panorama da energia nuclear e as suas potenciais inovações. Já em representação do Laboratório Ibérico de Nanotecnologia, Begoña Espiña com uma intervenção que criou grande curiosidade pelo anunciado “boom” económico e tecnológico que advêm da Nanotecnologia e as suas implicações no setor da Água. Esta sessão foi moderada pelo nosso Miguel Carrinho do Grupo de trabalho de Inovação (GTI-APDA).

 

 

Antes do encerramento ouve ainda lugar para a apresentação dos resultados do inquérito sobre a aplicação das novas tecnologias no sector, por Hilário Ribeiro da Itron, que o GT3 e o Projeto desenvolveu nos últimos tempos. Já como wrap up de um dia cheio de desafios e oportunidades entusiasmantes, ficámos com uma visão dos horizontes da prospetiva por Francisco Nunes Correia da PPA, que nos levou numa análise profunda ao setor que temos e que queremos ter com a análise aos limites da inovação com breves passagens visuais e metafóricas pelos ambientes cinemáticos de Ridley Scott e outros ficcionistas científicos que foi um agradável momento de encerramento deste Seminário, que voltou a ser mais uma interessante iniciativa da APDA e deste Projeto, com o apoio da NAVIA e da Águas de Portugal.

 

  




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