ELEITOS NOVOS ÓRGÃOS SOCIAIS DA APDA PARA O TRIÉNO 2018-2020

23/04/2018

Foram eleitos a 19 de abril os novos Órgãos Sociais da Associação Portuguesa de Distribuição e Drenagem de Águas (APDA) para o triénio 2018-2020. A Tomada de Posse terá lugar no próximo dia 2 de maio, às 14h30, na sede da Associação, em Lisboa.

Os novos Órgãos Sociais da APDA têm a seguinte composição: 

MESA DA ASSEMBLEIA GERAL

Presidente - Francisco Silvestre de Oliveira – Águas do Ribatejo, EM, SA

Secretário - Francisco Manuel Cesário Marques – SMAS de Tomar

Secretário - Maria Gertrudes Ferreira Rodrigues – Be Water, SA 

CONSELHO DIRETIVO

Presidente - Rui Manuel de Carvalho Godinho – EPAL, SA

Vice-Presidente - Frederico Vieira Martins Fernandes – Águas do Porto, EM

Vice-Presidente - José Henrique Guimarães Salgado Zenha – Águas do Tejo Atlântico, SA

Vice-Presidente - Maria José Barata Batista – Serviços Municipalizados de Castelo Branco

Vice-Presidente - Rui Inácio Marreiros – EMAS de Beja, EM 

CONSELHO FISCAL

Presidente - Carlos Manuel Rodrigues Pinto de Sá – Câmara Municipal de Évora

Secretário - Jorge Ferreira da Silva Nemésio – SMAS de Ponta Delgada

Secretário - Vitor Manuel Castro Lemos – SMSB de Viana do Castelo 

Do programa apresentado pela lista agora eleita, sublinham-se as seguintes afirmações:

  • Perante a necessidade de melhorar a gestão dos Recursos Hídricos em ambiente de escassez e incerteza, reforça-se a urgente atenção à necessidade de preparação das Entidades Gestoras e do Setor em geral para os fenómenos extremos relacionados com as Alterações Climáticas, tornando-se indispensável o seu enfoque nas Estruturas Regionais Públicas de Gestão de Recursos Hídricos: planeamento de curto, médio e longo prazo ao nível da bacia/região hidrográfica, por forma a poder garantir-se a suficiência e a segurança hídricas para o País.

    Assim, torna-se urgente reavaliar todos os parâmetros de abordagem que concorrem para garantir a Resiliência dos Sistemas de Abastecimento de Água, Drenagem e Saneamento de Águas Residuais e Pluviais tão flagrantemente posta em causa em 2017, em diversas regiões do País.
     
  • A necessidade de consolidar uma “cultura de inovação” no setor, contribuindo com ações de “Investigação, Inovação e Desenvolvimento” (IDI) para a criação de um forte “Cluster” assente em critérios de exigência como a “eficiência ambiental” que, a par da sua aplicação aos serviços de água e saneamento, envolva a gestão integrada dos recursos hídricos incluindo as Bacias Hidrográficas Internacionais Ibéricas que interessam a Portugal, bem como a manutenção e melhoria do estado das massas de água e dos ecossistemas.

  • Desenvolvimento de ações relacionadas com a Cibersegurança no setor da água, reforçando o relacionamento com o Centro Nacional sobre Cibersegurança e com outras entidades nacionais e internacionais, promovendo as melhores práticas de análise do risco e de deteção de vulnerabilidades, no sentido da criação de planos de resposta a incidentes de cibersegurança.
     
  • Continuar-se-á a trabalhar sobre a importância que o “valor da água” e a eficiência na gestão (nomeadamente no controlo das perdas e na promoção da qualidade da água para consumo humano) assumem na atividade das Entidades Gestoras dos serviços de água e saneamento. 

 




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