PLANO DE COMUNICAÇÃO FEZ QUASE DUAS CENTENAS DE PESSOAS VER O PORTUGAL-MARROCOS NO AUDITÓRIO DA ORDEM DOS ENGENHEIROS

29/06/2018

As boas histórias nascem sempre de coincidências. É o imprevisto e a surpresa que as tornam únicas. É quando se sai da rotina e se aprende algo novo. Era esse o mote principal do Seminário da APDA que decorreu no passado dia 20 de junho, no auditório da Ordem dos Engenheiros, em Lisboa.

Dedicado ao “Plano de Comunicação em Emergência e Avaliação do Risco” o seminário organizado pela Comissão Especializada da Qualidade da Água (CEQA), tinha como grande atrativo a apresentação das mudanças decorrentes da implementação do Decreto-Lei n.º 152/2017, de 7 de dezembro, mas claramente não se cingiu a isso.

O dia iniciou com a “casa” cheia, numa sessão de abertura que teve uma intervenção de boas vindas institucionais e também um caráter introdutório das novas linhas de trabalho da APDA para este novo mandato dos seus órgãos sociais, que foram apresentadas pelo Presidente da APDA, Rui Godinho, acompanhado de Isabel Lança, (Ordem dos Engenheiros), e Paulo Nico ,(CEQA).

  

Depois de se escalpelizar as mudanças decorrentes da implementação do Decreto-Lei pela voz da representante da ERSAR, falou-se de perigos e avaliação de riscos para a saúde pública e outras matérias. O adiantar da hora acabou por empurrar as apresentações do fim da manhã para a tarde, pois o nível de ansiedade já se fazia sentir na sala.

 

Não era por menos, quando a APDA marcou o Seminário não se considerou a agenda de Portugal no Mundial de Futebol que se disputa na Rússia, que acabou por coincidir com a hora de almoço do Seminário. Pois acabou a sessão e correu-se para os televisores que rodeavam o foyer do auditório e que passavam a repetição do golo de Ronaldo. Mas o momento do dia ficou guardado para a segunda parte, um auditório cheio de profissionais da água, prontos para recomeçar os trabalhos, mas não sem antes sofrerem em conjunto até ao apito final do árbitro na tela de projeção do auditório.

 

Não podemos deixar de agradecer e louvar a paciência dos oradores e dos participantes que, por um imperativo nacional, deixaram um pequeno atraso na agenda do dia. A tarde levou-nos ao trabalho feito pelas entidades e pela Proteção Civil em matérias de gestão e comunicação de crise, com especial destaque para a partilha da experiência da situação extrema vivida pelo Município de Viseu no último verão, que serviu como exemplo e aprendizagem coletiva.

 

 

Seguiram-se intervenções da ERSAR, dos SMAS de Almada e da EMAS de Beja sobre avaliação do risco e o exemplo inspirador do trabalho do Município de Pombal, que pela voz do seu Presidente de Câmara, nos mostrou como uma Entidade Gestora de pequena/média dimensão pode ser eficiente na gestão da água.

 

Já no fim do dia e ainda com uma centena de pessoas sem arredar pé, encerramos a sessão com o coração cheio e duas certezas: Foi uma jornada de trabalho muito produtiva e participada e que Portugal estava a caminho dos oitavos de final.

Obrigado a todos por um dia especial!




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