A APDA pronunciou-se sobre a revisão da Diretiva Quadro da Água destinada a consumo humano e ao texto recentemente aprovado pelo Conselho de Ministros do Ambiente.
Relativamente à questão dos materiais de contacto com água para consumo humano, a APDA entende que apesar do compromisso obtido ser um avanço positivo, é menos ambicioso do que o defendido pela APDA.
Na avaliação e gestão do risco, a APDA defende que sejam consideradas todas as etapas, desde as massas de água a montante das captações até à torneira, com a devida atribuição de responsabilidades, o que está de acordo com o defendido pela Presidência e com a maioria dos Estados Membros no texto aprovado.
Existem algumas divergências com a determinação de PFAS (Compostos organohalogenados, geralmente hidrofóbicos e lipofóbicos, amplamente utilizados em aplicações domésticas e industriais) e o valor paramétrico de Chumbo, que a APDA espera poderem ser clarificadas no texto final que venha a ser aprovado.
Após esta aprovação, é crucial que os interlocutores nacionais tenham um papel interventivo na transposição para o ordenamento jurídico nacional.